projeto e gravidez
Passei as últimas semanas escrevendo um trabalho pra faculdade. Não foi um trabalho difícil. O tema era simples e interessante. Mas o processo pra arrecadar as informações era complicado. Como não existe literatura sobre o tema, foi preciso fazer pesquisa de campo, entrevistas, etc., o que é demorado e trabalhoso. Sem falar que o trabalho foi feito em grupo e haja paciência e jogo de cintura para administrar as longas discussões sobre o que deveria ou não entrar para o relatório. Cansativo, muito cansativo. Finalmente entregamos, mas a novela ainda não acabou. Semana que vem é a apresentação oral do projeto. Mais longas discussões pela frente, imagino.
O lado bom de ter estado ocupada esses dias foi poder preencher a mente com algo além da gravidez. É uma piração só esses primeiros meses. Metade do tempo estou feliz da vida só de pensar que um pedaço de amor está se desenvolvendo dentro de mim, feliz com a expectativa de ver a barriga crescendo e tantas outras coisas. Na outra metade estou extremamente ansiosa com uma infinidade de interrogações, inseguranças. Procuro obviamente me concentrar na metade feliz dessa fase, mas essa é uma tarefa que está longe de ser simples.
Pra quem perguntou do papai ruivo, ele está radiante. É um tanto mais complicado pro pai desenvolver uma relação emocional com o bebê no início da gravidez. A mulher tem o privilégio de experienciar as mudanças físicas no próprio corpo e sentir os inúmeros sintômas que a ajudam a ter uma ligação mais próxima com o bebê. Já o homem fica por enquanto limitado a suas fantasias sobre ser pai, já que a barriga ainda não está grande e o bebê ainda não mexe. Sabendo disso, costumo ler os livros que compramos sobre gravidez em voz alta para ele antes de dormir. É ótimo porque sempre rende altos papos sobre a fase que estamos vivendo, o que está por vir e principalmente porque o ajuda a entender melhor pelo que estou passando agora.
O ruivo vez ou outra conversa com o meu umbigo, como se fosse uma canal direto de comunicação com o filho(a). São em momentos gostosos assim que eu procuro me concentrar.
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Catinha,
o bom é que você é centrada e decidiu ficar calma com isso tudo que está acontecendo… imagino como deve ser uma loucura na nossa cabeça…
beijos pra você, pro ruivo e pro bebê!
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acho que é super normal ter milhares de duvidas…tanto na primeira quanto nas outras gravidezes (ai que palavra feia no plural!). Mas achei tao fofo que vc tente integrar o ruivo nessa fase, ja que ele realmente so pode “esperar” =) Muita calma e paz e boa sorte com o projeto
bjs!
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FICO MUITO FELIZ COM AS NOVIDADES… JA ESTAVA PENSANDO EM TE EMPRESTAR UNS LIVRINHOS, MAS, ESTA MUITO BEM EQUIPADA, HEIN??? BEIJOS
JANA
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Ai, que interessante!
Mas ainda há umas coisas pra resolver antes, tenho que ter paciência.
Menina, tem tanta grávida ao meu redor, inclusive uma cunhada. Imagina que só no trabalho são 3 + 2 recém-nascidos. Dá até vontade também!
Beijos! Fiquem bem!
Ione
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Hejsa1
Spændende læsning – det er bare så svært at forstå.
Nå hvis du skriver om din skrækkelige svigermor, er det jo godt hun absolut ingenting forstår.
KH JO
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A mãe tem realmente esse privilégio e o pai vai chegando com o tempo – rsrsrsrs
Um super bjão amiga
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Essa do “umbigo-microfone” é ótima, hehehe
bjs!!!
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nossa, tem um foto na sua galeria do flickr, do pôr-do-sol, até copiei,,,,muita linda mesmo!
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(Ulha, outra Ione!)
Meu irmão conversava comigo na barriga da minha mãe também. Muito fofo do seu ruivo fazer isso!
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Conversa com seu umbigo… hahaha
Espero que tudo esteja bem em terras århusianas…
Beijão nos 3.
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