La môme
Fui ver o filme La Môme, sobre a vida da cantora francesa Édith Piaf. Chorei cântaros!
Mas vale ressaltar que não foi mérito do filme em si. Para ser bem justa, preciso dizer que ele deixou muito a desejar em vários pontos. Roteiro muito confuso. Para quem não conhece um pouco mais a fundo a vida dela com certeza sai do cinema sem entender vários detalhes. Mas vale a pena. Só para pelo menos ter uma noçaozinha de quem foi Piaf e entender o por que a música Non, je ne regrette rien a representa tão bem.
O que me emocionou de verdade foi escutar as músicas, sentir Paris novamente e a interpretação da atriz. Eu lembro que descobrir Piaf, nos tempos de faculdade, foi um impacto para mim. A força da sua voz, o mixto de romantismo, melancolia e de um humor sarcástico em suas letras e o charme de uma Paris antiga, tudo isso me seduzia muito. Lembro de usar, apaixonadamente, as músicas dela para dar aula, mesmo quando um ou outro aluno adolescente torcia o nariz. Lembro de ter visitado os lugares onde ela morou e cantou na minha temporada em Paris. Pigalle, Ménilmontant, Bellevile. Seu túmulo no Père Lachaise. Um turbilhão de lembranças invandindo o meu peito durante o filme. Não deu pra segurar… Veja o trailer do filme.
Já coloquei essa letra aqui uma vez. Na véspera do dia em que de fato estava vindo viver ao lado do cara que hoje é meu marido. A epítome do romantismo no meu mundo.
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La vie en rose.
Édith Piaf
Des yeux qui font baisser les miens Olhos que intimidam os meus
Un rire qui se perd sur sa bouche Um riso que se perde na sua boca
Voilà le portrait sans retouche Eis o retrato sem retoque
De l’homme auquel j’appartiens Do homem a quem eu pertenço
Quand il me prend dans ses bras Quando ele me toma nos seus braços
Il me parle tout bas Ele me fala baixinho
Je vois la vie en rose Eu vejo a vida em cor de rosa
Il me dit des mots d’amour Ele me diz palavras de amor
Des mots de tous les jours Palavras de todos os dias
Et ça me fait quelque chose E isso mexe comigo
Il est entré dans mon coeur Ele entrou no meu coração
Une parte de bonheur Uma parte de felicidade
Dont je connais la cause Da qual eu conheço o motivo
C’est lui pour moi, moi pour lui dans la vie Ele por mim, eu por ele na vida
Il me l’a dit, l’a juré, pour la vie Ele me disse, me jurou, pra toda vida
Et dès que je l’aperçois E assim que eu o vejo
Alors je sens en moi mon coeur qui bat. Eu sinto dentro de mim O coração bater
Des nuits d’amour à n’en plus finir Noites de amor infindáveis
Un grand bonheur qui prend sa place Uma grande felicidade toma lugar
Les ennuis, les chagrins s’effacent Os aborrecimentos as tristezas de amor se apagam
Heureux, heureux à en mourir. Felizes, felizes, até morrer
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Olá
Encontrei o seu blog no “mundo pequeno” e vi no seu arquivo que você fez um mestrado em Estudos Europeus na Universidade de Århus. Estou pensando em me inscrever no mesmo mestrado, tenho um certificado do TOEFL e o mestrado me pareceu interessante. Você gostou do curso? Terminou? Vale a pena se inscrever? Por favor, responda. Grata,
Cássia.
Ah, gostei do seu blog.
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Catinha, eu também morri de chorar assistindo esse filme.. e olhe que assisti escutando frances e lendo noruegues… ou seja, não entendi 100% do filme.
Mas eu achei a atriz excelente!!! Que interpretação!!
Essa musica é de arrepiar qualquer um mesmo!!!
Adorei o filme!
Beijos!
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Ela é incrível, faz chorar qualquer pessoa que tenha coração!
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Nossa eu gosto dessa música, mas não sabia de quem era…Tbm lembrei da nossa passagem por Paris na nossa lua-de-mel
Lindo…
Bjokas
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Cat, eu chorei horrores nesse filme tb.
Nao tive a impressao de confusao, tlz por conhecer mta coisa da vida dela.
Fiquei emocionada mesmo, com a maravilhosa interpretaçao da Marion Cotillard.
As musicas sao maravilhosas e mostrar a Paris antiga isso mexe demais comigo.
Enfim acho se deixar vou me estender demais no assunto aqui. E como e so um simples comentario… vou parando por aqui.
beijinhosss pra vc e pro ruivo
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Oi Cássia! Respondi pro seu email, ok? Beijos
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Oi Mércia! Que legal que você gostou do filme mesmo não entendendo 100%. Acho que não tem mesmo como não se emocionar, né?
Beijinho
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É mesmo, Dona Minhoca!
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La vie en rose se tornou um clássico francês, Vivi. Não tem como não ligar um ao outro.
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Ai, Va! A interpretação da atriz é espetacular! Não a conhecia. Mas sobre a confusão, eu tirei por princípio o ruivo, que me fez milhões de perguntas assim que saímos do cinema. Mas também me incomodou a omissão de detalhes tão importantes, como a atividade dela na Segunda Guerra, a influência dela no surgimento de grandes artistas, o enterro que parou Paris, etc. O filme deu também a entender que o último marido dela foi o americano e omitiu a existência do grego.
Mas eu gostei do filme e recomendo!
Bom, talvez eu seja muito exigente.
Beijocas
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eu queria muito ver o filme mas exatamente pelo que vc descreveu eu nao fui: eu iria chorar o filme todo! hehe adoro frances, e as musicas dela sao realmente maravilhosas! ela canta com uma emocao que nao da pra explicar. bjs!
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E a aparição de Marlene Dietrich e Yves Montand efeitando ainda mais o filme?
Abçs
Ruy
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