Terra Estrangeira » 2004 » October
 

Poxa!

30 October 2004 | 14:07
Já emagreci tudinho que eu consegui engordar na França… :(

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Ai meus ouvidos!

29 October 2004 | 01:29
Minha vizinha gosta de cantar desesperadamente toda noite! Ela se esgoela até cansar. Não sei se ela tem consciência de que o prédio inteiro tem o privilégio de desfrutar de sua cantoria. Talvez a paixão dela pela música seja tão forte que quando ela canta ela perde a noção da realidade e de quem ela é. Vai entender! Pelo menos o repertório é bom: Madonna, U2, mas o que normalmente rola é Queen. Ela tem sem dúvida uma preferência por músicas internacionais. O problema da pobre é que ela não tem muitos recursos, não tem som de retorno, então acaba saindo muito prejudicado o seu desempenho. Hoje o clímax da apresentação dela foi Save me, do Queen. Emocionante!!!
“Each night I cry I still believe the lie
I love you till I die
Save me, save me, saaaaave me
Don’t let me face my life alone
Save me save me oooooooh…
I’m naked and I’m far from home”

Escrito por Cat em abobrinhas | Junte-se ao papo (0)

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Oh! Mes petits….

27 October 2004 | 18:35

Essa semana eu recebi uma carta da família pra quem eu trabalhei como au pair na França, com uma carta de referência pra me ajudar em eventuais futuros trabalhos e umas fotos dos meus pimpolhos franceses. Que saudade dessas duas figuras!

Apesar de toda a dificuldade que eu tive (e não foi pouca!) eu me apeguei demais a eles. O mais velho (4 anos na época) era um diabinho, foi muito complicado aprender a me relacionar com ele. Mas depois de um tempo (infelizmente muito tempo), eu comecei a entendê-lo e enxergar nele mais do que um garotinho mimado, pirracento e arrogante. Pude perceber que ele tinha muitos problemas de timidez, auto-crítica e estresse; e que ele sofria muito com isso. Pra uma leiga em crianças como eu, era bem complicado entender que uma criança de apenas 4 anos sofresse com esses problemas "de adulto". Depois de muita cabeçada nós nos entendemos e nos conquistamos. Ele é um artista! Ótimo desenhista, me ensinou tudo o que eu sei sobre desenhar animais! :)

Já a minha relação com o mais novo (2 anos na época) sempre foi um mar de rosas! Ele me conquistou desde a primeira semana. Sempre bem-humorado, brincalhão, obediente, etc. Não foi nada difícil aprender a lidar com ele! Quando eu cheguei lá, ele só balbuciava "mama", "papa", "dada" e semelhantes. Eu tive o privilégio de acompanhar a evolução dele até ele se tornar o anjinho tagarela que eu deixei ao ir embora. "Catiá" foi uma das primeiras palavras que ele falou e eu, claro, não coube em mim de tanta felicidade! Desde o princípio eu me acostumei a chamá-lo de bebê e não pelo seu nome. Quando finalmente aprendeu a falar, ele deixou bem claro pra mim que o nome dele não era bebê e que ele não gostava desse apelido. Mas já era tarde, eu não conseguia chamá-lo pelo nome e ele acabou acostumando e pedia mais! :) Assim que eu botava o pé dentro de casa ele gritava lá do quarto: "Catiá, tu peux dire bébé?" (Cátia, você pode me chamar de bebê?). Detalhes bobos que iluminavam o meu dia!

Depois dessa minha experiência eu adiquiri um olhar com relação as crianças completamente diferente do que eu tinha antes. Antes era tudo muito bonitinho e engraçadinho, mas com cada um no seu canto. Depois de um certo tempo a criança já se tornava muito chatinha pro meu gosto. Agora eu sinto muita falta daquela convivência, daquele apego, do carinho inocente, das pequenas descobertas, de acompanhar o mundo de um ser humano se desenvolvendo. É muito gostoso!

Hoje quando eu vejo uma grávida na rua, uma mãe encantada falando do seu bebê, uma cena de nascimento na televisão eu fico toda derretida, emocionada. Hoje eu me identifico com isso tudo. Hoje eu sei que eu quero ter a minha hora também. Engraçado que há uns anos atrás a idéia de ser mãe nem passava pela minha cabeça. Mas acho que isso não se deve só à minha experiência com crianças não. Acho que estar apaixonada por um cara incrível e sentir que esse amor é recíproco faz com que eu sonhe com meus pimpolhos com ele (e o mais gostoso é que ele sonha junto comigo). Mas é só sonho gente, calma! ;)

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“O que eu tô fazendo aqui???”

25 October 2004 | 23:26

Aproveitando esse papo de sonho, vou contar um aqui que sempre tenho quando visito o Jonas. No sonho eu estou chegando no Brasil, muito feliz, revendo meus familiares e amigos depois de um certo tempo fora, reconhecendo a cidade e tal. Quando eu chego em casa me dou conta de que eu voltei antes do tempo, que na verdade eu ainda tinha uma ou duas semanas ainda pra curtir lá com o ruivo e eu inexplicavelmente voltei antes da hora! Então bate um desespero, uma tristeza, uma raiva de mim mesma por não ter pensado bem no que estava fazendo ao voltar. Daí eu acordo de sopetão novamente e levo alguns segundos pra perceber que ainda estou lá, que ainda tenho exatamente o tempo que no sonho eu sabia ainda ter pra curtir com o ruivo e vem aquele alívio. É engraçado esse sonho, porque eu sempre tenho a sensação de que eu voltei no tempo, que estou tendo uma segunda chance de aproveitar tudo, nos pequenos detalhes, sem pressa e sem ter que me arrepender depois.Mas é siniiiiiistro ter sonho repetido, né não?

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Uga Uga

20 October 2004 | 17:42
Na minha primeira visita ao meu ruivo, dezembro de 2002, eu tive um pesadelo assustador uma noite, daqueles em que acordamos com a nítida sensação de que é tudo verdade.Estava eu, a donzela, passeando inocentemente quando comecei a me sentir perseguida por seres estranhos. Inicialmente eu não conseguia vê-los, só sentia a presença. Aos poucos esses seres gradalhões e cabeludos se deixavam notar e se aproximavam de mim. Pude notar que eles estavam vestidos como homen das cavernas. Não pareciam ameaçadores, mas eu estava muitíssimo assustada! Acordei de sopetão, como se tivesse caído, ou algum deles tivesse pulado no meu pescoço. Perdi o sono, meu coração estava muito acelerado. De manhã, contando pro ruivo o meu terrível pesadelo fui percebendo como aquilo soava ridículo e caímos na gargalhada.

Caveman 2

À noite no jantar, com a família dele toda reunida, ele contou sobre o meu sonho. O mais legal foram as análises. A mãe disse que era tudo culpa dele por andar de barba desfeita, sem trança, na minha frente! Ele me assustou, mesmo que inconscientemente! O pai disse que era tudo devido a um aspecto “sensorial” meu de estar no velho mundo em contato com descendentes de homens da caverna. Ih, nem lembro mais qual foi a análise mais viagem! Desde então eu chamo o ruivo carinhosamente de my neanderthal. Dei pra ele até um mascotinho que veio dentro de um kinder ovo: um homem das cavernas ruivão escrevendo num laptop! A cara dele!!!

Escrito por Cat em memórias, ruivo & eu | Junte-se ao papo (0)

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curtas

19 October 2004 | 03:33

* Eu tô dodói hoje. Uma dor de cabeça chatíssima que não me deixa. Ufa! Passou!

* Falei com meu amor no telefone ao mesmo tempo que o via pela webcam! Mais um mês-versário! Can’t wait to be with you my little love!!!

* Tenho trocado emails com a minha sogrinha em dinamarquês! Muito bacana!

* Ontem foi aniversário das minhas primas gêmeas, a Gi e a Ju. Dei livros de presente. A Gi me agredeceu no ato pelo livro dela, pois foi o melhor livro que ela já leu na vida! Hehe :)

* Quarta agora eu vou ao dentista. (sic!) Acho que vou ter que colocar aparelho. Dessa vez eu não escapo. :( Ela não aconselhou. Ué…

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“Caipira”

17 October 2004 | 15:00
Escrever é um ótimo exercício de auto-conhecimento. Acredito que precisamos ter muito cuidado com o que escrevemos e com o que falamos também! Coisas corriqueiras, que falamos sem pensar, pode significar muito. As vezes, simplesmente repetimos frases feitas, feito papagaios, sem parar pra pensar no que elas significam.No post anterior eu usei a expressão “caipira” pra classificar a minha situação e talvez estado de espírito quando entrei na faculdade, um pouco perdida, “sem traquejo social” – como explica o Aurélio. Mas acabei trocando a expressão por outra porque por mais que eu não a tenho usado conscientemente com essa intenção, acredito que ela carregue uma noção depreciativa. Sinceramente não sei se chega a ser uma expressão preconceituosa, acho que pelo fato dela já estar tão enraizada . O que vocês acham?

Pensando sobre isso, lembrei de um texto que li na época da faculdade e que gosto muito. Aqui vai um trecho que fala sobre isso:

“Tanto ouvimos as “lições” do preconceito que já as sabemos de cor. Pior: assimilamos muita coisa como verdade. O Brasil é ruim, o povinho daqui é chinfrim. Uma mistura dessas, de índios, negros africanos e brancos portugueses, não podia mesmo dar certo.Inferiorizados, com a auto-estima bem baixa, vamos descontar nos outros, nossos iguais: daí os preconceitos regionais.

Tem gente que mostra números pra defender a separação do Sul e Sudeste das demais regiões. Tem gente que quer eliminar do mapa “apenas” o Norte e o Nordeste. Há pessoas que se julgam superiores pelo simples fato de terem nascido em São Paulo ou no Rio de Janeiro. Outras consideram o morador das ciades grandes mais informado, capaz e preparado que o morados das cidades pequenas, do interior.

Pior, existem aqueles, entre os quais muitos jovens, que gostariam de poder mandar de volta pra a sua terra natal todos os “cabeça-chata”, “paus-de-arara”, “baianos”, “paraíbas”, “caipiras”. Mesmo que lá esses migrantes, tão operosos no dia-a-dia das metrópoles, não tenham condições de sobrevivência.

Rivalidades entre estados e cidades também alimentam o preconceito: novas piadas são criadas, para dar um toque de humor à discriminação. Goiás? Claro que tem mar: marvado, mardito, marfeitor… A cabeça chata do cearense? É porque, desde pequeno, o pai dele fica passando a mão sobre ela: “cresce logo, meu filho, para descer pro Sul e ser alguém na vida”…. Ninguém escapa das reduções: carioca vive na praia, paulista só pensa em trabalho, gaúcho é feroz por natureza, baiano é só moleza, mineiro é pão duro.

Mas a realidade é muito maior que as idéias que fazemos dela. Essas generalizacões regionais e locais são falsas, exageram defeitos ou virtudes que, por uma série de razões, foram adquiridas por parte dos moradores de uma cidade, estado ou região.”

“Nem melhores nem piores: apenas brasileiros. ” – Chico Alencar.
No livro: Identidade Nacional em Debate.
atualizando…
A Sam falou uma coisa interessante aí nos comments: esse regionalismo acontece no mundo inteiro, não é “privilégio” de brasileiros, não! Ela deu um bom exemplo do que acontece na Suécia. A Dinamarca também tem o seu. Quem mora ou é de Copenhagen e regiões próximas implica com quem mora ou é de Jutland, região onde fica Arhus, cidade do ruivo. Pro pessoal de Jutland as pessoas de Copenhagen são barulhentas, histéricas, superficiais e pro pessoal de Copenhagen as pessoas de Jutland são calmas demais e sérias demais. Claro que são características verdadeiras e com explicações pra suas existências. Por exemplo, Copenhagen é a capital, cidade grande, consequentemente mais agitada, o que influi nas pessoas. Jutland já é uma região mais rural, o que explica também que as pessoas que vivam nela sejam mais calmas. O triste é tomar essas reduções como verdade absoluta!

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Feliz Dia do Mestre ou O que tem de errado no ensino?

15 October 2004 | 17:20
Eu sinto falta da sala de aula. Como aluna e professora. Engraçado porque eu nunca sonhei em ser professora, mas aconteceu e gostei. Dei aula de francês por 3 anos e aprendi muito nesse período, aprendi mais do que os 4 anos de faculdade. Não quero com isso desmerecer nenhum dos meus antigos professores! O problema no meu caso, como na grande maioria dos casos acredito eu, é outro!A minha vida escolar foi muito irregular: mudei de colégio diversas vezes, alternava entre escolas públicas e particulares, durante meu ensino médio sofri com muitas greves e falta de professores. Na época do vestibular, eu não fazia a menor idéia do que eu gostaria de cursar na faculdade. Só sabia que seria na área de humanas pelo simples fato de odiar matemática, química e física. Como eu sempre gostei e me interessei por línguas, acabei optando por francês, língua que na época eu não falava uma só palavra!

Entrei na Faculdade de Letras da UFRJ com 17 anos. Bichinho do mato que nunca tinha saído do eixo Niterói/São Gonçalo, agora se aventurava todos os dias atravessando a ponte Rio-Niterói em direção à Ilha do Fundão no Rio de Janeiro. Eu fiquei maravilhada com aquele novo mundo! Tanta gente interessante, cabeças pensantes, idéias reveladoras… Mas também muita gente perdida naquele mundo de idéias, muita gente que tinha parado alí sem saber direito como e pra quê. Eu era uma delas.

Passei por várias fases na faculdade: fase bem inicial de deslumbramento com o acesso “fácil” ao saber; que foi seguida logo depois pela fase de confusão total pelo excesso de informação desordenada; fase de bloqueio total com o francês por não me sentir a altura dos meus colegas de classe que já falavam razoavelmente; fase de muitas festinhas; fase de muito estudo pra compensar as festinhas; fase de desilusão com o sistema de ensino, etc…

No finalzinho do meu curso, quando entrei para o Projeto CLAC e comecei a dar aulas como monitora do projeto, me dei conta de como não tinha aproveitado quase nada do que a faculdade podia me oferecer. Cursei as matérias obrigatórias sem questionar o objetivo e utilidade delas. Fui uma aluna mediocre. Assumo a responsabilidade disso pela minha falta de interesse em buscar mais informações além do que me era dado já mastigadinho, minha falta de curiosidade. Mas acredito que essa responsabilidade não seja só minha.

Falta grave que percebo no sistema de ensino analisando minha vida de estudante é que o estudante começa cedo demais a vida acadêmica. Acredito que muitos adolescentes de 16, 17, 18 anos não têm maturidade suficiente pra lidar com a universidade e decisões que ela implica. Eu não tinha. Outro ponto importante é que as escolas públicas, como também muitas das particulares, não oferecem um suporte adequado ao aluno, um tipo de aconselhamento que o indique e explique suas opções como estudante. Não sou formada em pedagogia, apesar de ter considerado esse curso nos tempos de vestibular, mas gosto de pensar e me interar sobre o assunto para não cometer os mesmos erros e pra que quando chegue a minha hora, eu tenha idéia do que é bom e ruim pra educação do meu filho.

Mas voltando ao ponto de partida desse post… Dando aula eu não só aprendi mais em conteúdo gramatical, literário e metodológico, como também em relações humanas, em tolerância, em respeito. Foi uma experiência sem dúvida excelente e uma das melhores épocas da minha vida. Dando aula você aprende todos os dias, nas mais inusitadas situações, com cada um de seus alunos. Eu sempre gostei, mas sempre soube também que não era a profissão ideal pra mim. Vendo a maneira apaixonada que meus colegas davam aula eu percebia cada vez mais que nunca seria o meu caso, tanto que abandonei a licenciatura e só me formei em bacharelado, já que na UFRJ eles são separados.

Mas eu me sinto professora até hoje, gosto daquele papo de professor, gosto de explicar tudo bem detalhado, gosto de escrever de maneira clara e leve pra ser bem entendida, ou pelo menos tento. Como aluna tenho aquele olhar analisador, sempre reparando nas atitudes do meu professor. Depois da minha experiência como professora eu me tornei uma excelente aluna, sempre atenta e participativa. Admiro muito esse trabalho!

Parabéns para todos os professores no dia de hoje!!

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“O retrato de Dorian Gray”

14 October 2004 | 05:37
Mais sobre o livro Há exatos dois dias que estou lendo esse livro. Estou fascinada! Mas estou me esforçando para não lê-lo em uma tarde só. Não sei vocês, mas quando eu gosto de um livro eu tenho esse terrível hábito de devorá-lo em um, dois dias! No entanto eu acredito que os bons livros devam ser degustados, apreciados com calma, com pausas estratégicas na leitura pra que se possa assimilar e digerir as idéias que se lê. Mas pra isso eu preciso lutar contra minha curiosidade e ansiosidade. Ainda mais agora na minha presente situação de desempregada e com muito tempo ocioso…Mas voltando ao livro: Estou fascinada! A minha primeira reação no início foi de repugnação e revolta com toda a ironia e cinismo da obra, encarnados na personagem de Lord Henry. Continuo achando de uma crueldade sem tamanho suas teorias, mas me delicio com as críticas eloquëntes e cruas à sociedade hipócrita em que vivia. É como se ele dissesse sem pudor tudo o que a sociedade tenta esconder. O Retrato de Dorian Gray é o único romance do escritor irlandês. Publicado em 1891, ele fala sobre a degradação do homem, a supremacia da beleza, recheado de tiradas geniais e marcantes como é de costume nas obras de Oscar Wilde. Leitura obrigatória!

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Gmail

11 October 2004 | 17:33
Quem estaria interessado em uma conta de email no Gmail? Vou explicar rapidamente do que se trata para quem ainda não ouviu falar. O Gmail é o serviço de email gratuito oferecido pelo Google, com 1GB (1000MB) de espaço para armazenamento das suas mensagens. Isso é muita coisa! Pra se ter uma idéia, o Hotmail, um dos serviços de email gratuitos mais utilizado pelos internautas, tem apenas 2MG, e o Yahoo, também gratuito e muito utilizado, agora tem 100MB. Quem não pode checar o email todos os dias ou quem não tem saco pra apagar constantemente emails pra dar espaço para os novos, sabe o quanto espaço de armazenamento é uma mão na roda!Bem que eu poderia ganhar algum com essa propaganda toda! Mas é que apesar do serviço ainda estar em teste, eu gostei muito! Pois bem, eu tenho 6 convites (ainda, still, toujours) para mandar. Então se você estiver interessado, é só deixar um recadinho aí nos comments com nome, sobrenome e email.

Escrito por Cat em internet | Junte-se ao papo (1)

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